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Mostrando postagens de fevereiro, 2014

Momentos marcantes do Projeto Histórias Andantes na Praça do Conjunto Murilo Rezende, Bairro Ilhotas, fev/2014: o passo a passo da ação

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6º passo - Máscara pronta!! 7º passo - O desfile das máscaras 8º passo - O baile de carnaval, no ritmo de marchinhas carnavalescas 9º passo - É hora de ir embora: reorganizando o espaço da praça FINAL:....e de repente.....assumimos um devir-criança, fruto de uma felicidade sem fim!! A equipe de mediadores: o sabor do trabalho realizado! 1º passo - A escolha da praça 5º passo - Oficina de confecção de máscaras 3º passo - O prazer da leitura: os livros saltam do carrinho de picolé 4º passo - A hora da história: narração em performance 2º passo - A chegada: convite e acolhimento na roda

HISTÓRIAS ANDANTES: LEITURA EM RITMO DE CARNAVAL

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Domingo, 9 h do dia 23 de fevereiro de 2014. Encontramos uma praça tranquila que parecia ainda não ter acordado. Chegamos para mais uma ação do Projeto Histórias Andantes, dessa vez na praça do conjunto Murilo Rezende, no bairro Ilhotas. Restos de confetes no chão da praça mostrava sinais de que no dia anterior foliões do corso haviam passado por ali. Aos poucos as crianças foram chegando atraídas pelo movimento de um carrinho cheio de livros e o convite para a leitura. A surpresa e entusiasmo delas nos impulsiona para ir além. É chegada a hora de ouvirem uma história: Mamãe, eu quero miar!, de Sylvia Orthof. Um Rei Momo e seus ministros Arlequim e Pierrot, protagonistas da história, saem de um livro e entram na imaginação de ouvintes atentos e curiosos, que não perdem um só movimento da performance das contadoras. A proposta da confecção e desfile de máscaras contribuem para aumentar a animação da garotada, que parecem estar num salão de festas, com direito a confetes e serpentinas

PROJETO HISTÓRIAS ANDANTES "NA FOLIA DE MOMO"

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O PROJETO HISTÓRIAS ANDANTES ANUNCIA A SUA PRÓXIMA AÇÃO: DIA 23 DE FEVEREIRO, NA PRAÇA DO CONJUNTO MURILO RESENDE (1ª RUA A DIREITA, DEPOIS DO SUPERMERCADO MAKRO), ÀS 9 H. NOS ENCONTRAMOS LÁ, PARA CONTAR, OUVIR E LER HISTÓRIAS DE CARNAVAL, COM MUITA ANIMAÇÃO!!!
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GRUPO CAFUNDÓ DE CONTADORES DE HISTÓRIAS OFERECE:     “NA FOLIA DE MOMO” COM: MÁRCIA EVELIN ANNA MIRANDA FERNANDO FERREIRA HISTÓRIAS E MARCHINHAS CARNAVALESCAS PARA ANIMAR SUA FESTA DE CARNAVAL EM ESCOLAS, ANIVERSÁRIOS E BAILES INFANTIS. CONTATOS: 32328852 / 94059878 (oi) / 95374092 / 98008986 (Márcia) 32331504 / 94022388 (Anna) E-mail: marcia-evelin@bol.com.br Blog: grupocafundo.blogspot.com

PENSANDO ALTO

Cantando, contando, criando e parodiando para reinventar o mundo. Essa é a missão do Grupo Cafundó, com suas invencionices, utilizando múltiplos recursos verbais, sonoros e visuais para trazer a magia e o encantamento. William Shakespeare já disse: SOMOS FEITOS DO MESMO TECIDO DOS SONHOS". Você concorda?

Livros, livrarias, bibliotecas...

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Biblioteca Municipal de Coimbra - Portugal Biblioteca Municipal de Coimbra - Portugal Livraria SAN PABLO - Santiago de Compostela - Espanha Livraria De Kinderboekwinkel 2 - Amsterdam- Holanda Livraria ABRACADABRA - Barcelona - Espanha Livraria LELLO - Porto - Portugal Biblioteca MANALADATA - Minha biblioteca particular - Teresina -PI Bibliotheek  de Amsterdam - Holanda                                                                                                                                                                                                                                                            

MÚSICA E LITERATURA: companheiros inseparáveis!

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O agogô acompanha a bela melodia que se incorpora a história, narrada oralmente, embalando a fantasia dos pequenos ouvintes. É assim que colaboramos com a criação de imagens mentais na escuta de histórias. A nossa frente olhos perplexos, ávidos por um novo acontecimento, uma nova surpresa! Um olhar para dentro, tão necessário nos dias atuais. E nessa viagem todos nós voltamos renovados e mais felizes!

O DESAFIO MÁGICO DAS OFICINAS

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Contar historias para despertar o leitor adormecido.Eis o meu desafio, caro leitor.  Sou jornalista, cantora e arte-educadora,  ministrante da Oficina " A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS E DINAMIZAR A LEITURA NA SALA DE AULA". No início a Oficina era ministrada por mim e Márcia Evelin, ambas do Grupo Cafundó, criador e realizador do projeto. Posteriormente ficou sob a batuta da minha varinha de condão, como a "Fada Ouro". Marcia Evelin, a " Fada Prata", precisou viajar por novos condados. A Oficina é realizada há cinco anos no SENAC-PI, sob a coordenação do Departamento de Tecnologia Educacional. Turmas oscilam entre vinte, trinta e até quarenta pessoas, a maioria professores do ensino fundamental e estudantes de pedagogia. Como todo trabalho com um objetivo audacioso - Contar e ler pra que?-, carregando uma bagagem artesanal e um manancial de técnicas e segredos preciosos; a participação, a apreensão e os resultados obtidos a cada final de Oficina são surpree

COMO ESQUECER!!!

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Um rapaz judeu que refugiava-se no porão da casa da protagonista por muitos meses, certo dia lhe perguntou como estava o tempo lá fora, ao que essa lhe respondeu: -Está nublado! Ele lhe disse: -Não assim, fale com suas palavras, do seu jeito...(como a dizer: - fale com o coração, com a sua sensibilidade). Ela lhe disse: - O tempo está pálido. Ele agradeceu e disse: -Agora eu posso ver! Foi preciso que ela falasse com a emoção, usasse uma linguagem subjetiva, feita de metáforas para que ele visualizasse com os olhos da imaginação. Como esquecer essa bela cena e não questionar a barbárie que foi o nazismo? Só a leitura mesmo para amenizar um tempo de injustiças, perdas, crueldade, um tempo em que os perseguidores não lembravam que os judeus eram humanos. A protagonista conseguia um pouco de paz nas páginas de um livro ou quando contava histórias oralmente para uma multidão aflita, que se escondia nos porões, durante os bombardeios aéreos. Leia: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS!

HISTÓRIAS QUE ANDAM DE PRAÇA EM PRAÇA

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Manhã de domingo nublado, 2 de fevereiro de 2014. 1ª ação do Projeto "Histórias Andantes". Nosso destino: Praça do Lagoas do Norte. Chegamos ao local escolhido, por volta das 9 h. Nos dirigimos ao centro da praça munidos de um carrinho de picolé contendo livros, fantoches, instrumentos musicais, papéis e lápis de cor. Algumas crianças que brincavam na porta de suas casas aproximaram-se curiosas ao ouvirem o som de um sininho. O que seria aquilo? Distribuição de picolé? Aos poucos mais crianças foram chegando e já eramos quase vinte. Hora de começar a atividade. Meu personagem: uma árvore falante. - Quem quer ser um bicho? -Trouxemos máscaras para vocês escolherem. Ainda acanhadas, cada uma delas foi escolhendo uma máscara e incorporando o bicho preferido. De mãos dadas, fizemos uma roda em volta de uma árvore e cantamos uma cantiga de roda, para depois relaxarmos imitando os bichos: primeiro, soltando o corpo e fazendo o seu jeito de andar, depois, emitindo o som de cada um.