MANALADATA: para além de uma biblioteca, um laboratório de construção leitora
Este ano , com a saída de minha filha Lara de nossa casa na cidade me deparei com a realidade de ter que alugá-la e consequentemente desmontar a minha biblioteca particular, a MANALADATA - nome formado pela junção das iniciais do meu nome e do nome de minhas 4 filhas: MArcia, NAia, Lara, ADA e TAuana - que permanecia intacta, como último resquício de nossa convivência naquela casa, na rua Ernani Araújo, onde moramos por quase 30 anos, uma casa planejada por meu pai, engenheiro Estevam Carvalho, hoje com 90 anos. Quando resolvi me mudar para um sítio, durante a pandemia da Covid 19, deixei a MANALADATA entregue a meus netos Davi Lucas e Miguel, que cuidaram dela enquanto estiveram morando ali. Depois, foi a vez da Lara, voltar a morar naquela casa e cuidar desse espaço de aprendizagens, memórias, afetos e descobertas. Quem me conhece sabe que sou apaixonada por livros, literatura, livrarias e bibliotecas, desde o tempo dos vendedores ambulantes de livros,...